quarta-feira, 5 de junho de 2013

O ANTES E O DEPOIS DA EDUCAÇÃO EM CURRAIS NOVOS.

Em Currais Novos podemos definir a luta da classe de educadores em dois momentos: O antes. o então Prefeito Geraldo Gomes de Oliveira (DEN-RN) sempre dizia não dispor de recursos para melhorar a valorização da classe de trabalhadores em educação da nossa cidade, foram quatro gestões e em nenhuma delas valorizou uma das classes de trabalhadores mais importantes de uma nação, "OS PROFESSORES", em decorrência dessa falta de compromisso com a educação, enfrentou duas greves. A primeira em 2001, foram quase noventa dias de greve, mais de setenta dias acampados em barracas na frente da prefeitura. 


A segunda greve foi em 2011, onde os professores voltaram a acampar em frente a Prefeitura, o motivo; o mesmo, falta de valorização do Professores e da educação municipal em sua totalidade, pois não era só o salário dos professores que ficavam a deriva, as escolas também. Nos últimos quatro anos o município de Currais Novos perdeu nada menos que mais de 1.500 alunos, isso é um número estarrecedor para uma gestão pública, mostra apenas que a qualidade da educação neste município não andava nada bem. 

ESTE É O ANTES! E O DEPOIS? Bom! isso é uma outra história, conto depois......

CNTE divulga tabela atualizada dos estados que não respeitam integralmente a Lei do Piso

Uma das principais lutas dos trabalhadores da educação brasileira, a Lei Nacional do Piso do Magistério, promulgada em 2008 (Lei 11.738/08), ainda não é respeitada por 08 estados brasileiros. E outros 14 estados não cumprem integralmente a lei, o que inclui a hora-atividade, que deve representar no mínimo 1/3 da jornada de trabalho do professor.
Apenas Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins cumprem a lei na totalidade.
A CNTE realizou uma greve nacional de três dias, entre 23 e 25 de abril, para pressionar os gestores a respeitar a lei e também reivindica outras questões fundamentais para a educação brasileira, como a aprovação do Plano Nacional de Educação, aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional, criação do Sistema Nacional de Educação, 100% dos royalties do petróleo para educação, definição de diretrizes de carreira para os profissionais da educação e a regulamentação do artigo 206 inciso 8º da Constituição (ampliação do piso salarial para todos os profissionais da educação), regulamentação da convenção nº 151, da OIT, que trata da Negociação Coletiva no Serviço Público.
Em todos os estados foram realizados atos estaduais e municipais nas assembleias legislativas e sedes de governo. No dia 24 de abril a CNTE também realizou um ato na Câmara dos Deputados com a presença de representantes de todos os sindicatos filiados e se reuniram com os presidentes da Câmara e do Senado Federal.
Confira a tabela
Relação de estados:
Não pagam o piso: Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraná, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia.
Não cumprem a lei na íntegra: Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Roraima, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe.
Cumprem a lei na totalidade: Acre, Ceará, Distrito Federal, Pernambuco e Tocantins.
Não informado: Rio de Janeiro.
Abaixo, a tabela de salários do magistério nos estados atualizada. Versão em PDF.
tabela redes estaduais