quinta-feira, 29 de maio de 2014

Professores de Currais Novos aguardam a quase seis anos o recebimento de horas extras não pagas.

Em Janeiro de 2009 quando o então Prefeito eleito Geraldo Gomes - DEM/RN assumiu o executivo municipal se negou a pagar as horas extras trabalhadas a vários servidores da administração municipal. Dezenas de funcionários trabalharam durante todo o mês de dezembro de 2008 e não foram pagos. Alguns professores da rede municipal de ensino entraram com uma ação na justiça com a esperança de receber os dias trabalhados, no entanto, fazem cinco e cinco meses que aguardamos e até agora não recebemos um só centavo desse dinheiro. Isso é um absurdo, não trabalhamos para prefeito, prestamos serviços ao município e a prerrogativa usada na época para não pagar, foi que o prefeito anterior não tinha deixado a ordem de pagamento. Hora entendo que quem assume um cargo publico tem a obrigação de assumir também seus ônus e bônus, coisa que o então prefeito não fez. 

A atual gestão tem nas mãos a oportunidade de corrigir isso, não é muito dinheiro, para uma prefeitura com um orçamento estimado em mais de 60 milhões de reais, R$ 1.300,00 é micharia, não paga se não quiser. O Processo encontra-se neste estado, vou aguardar mais um pouco, caso nada seja resolvido começarei a protestar de forma inteligente mas, eficaz. 


Estive conversando com o Assessor Jurídico da Prefeitura de Currais Novos, este ficou de falar com o Prefeito Vilton Cunha e nos dar uma resposta a cerca do mesmo.  



O DIA DO DESAFIO - MUITA SAÚDE E ALEGRIA






Na Unidade IV Cirilo Marinho os alunos estiveram todos envolvidos no dia do desafio, foi uma manhã bastante proveitosa. Iniciamos o dia com uma palestra sobre a importância dos exercícios físicos para nossa saúde e também a importância de uma boa alimentação. Após essa conversa fomos a prática, aí foi só alegria e diversão. 



Deputados aprovam 10% do PIB nos próximos 10 anos para educação


BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 28, um plano que amplia o investimento público em educação pública para, no mínimo, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo dos próximos dez anos. Os deputados analisaram o Plano Nacional de Educação (PNE) em Plenário e estabeleceram ainda que, no quinto ano subsequente à vigência do plano, o aporte mínimo na área deverá atingir 7% do PIB. Os parlamentares aprovaram apenas o texto-base e devem analisar três emendas na semana que vem, que podem promover alterações no texto.

A principal polêmica deverá ficar por parte de um dispositivo no texto atual que quer obrigar a União a cobrir estados e municípios que não consigam atingir o repasse mínimo do Custo Aluno-Qualidade (CAQ), novo parâmetro para o financiamento da educação básica e de aplicação mínima por aluno a ser criado. O PMDB apresentou um destaque pedindo a supressão dessa obrigação. Pela redação aprovada, a União deverá ainda enviar projeto de lei estabelecendo os critérios para o cálculo do Custo-Aluno-Qualidade.
Outro dispositivo que deve sofrer tentativa de alteração é a fórmula do cálculo para as inversões mínimas estabelecidas pelo projeto. Um destaque apresentado pelo PDT e pelo PSB quer remover dessa conta programas de expansão como o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Ciência sem Fronteiras, além de medidas de educação especial. O governo argumenta que essas ações representam um gasto pequeno em relação ao total.
Após três anos tramitando no Congresso, o PNE coloca como diretrizes para o próximo decênio a erradicação do analfabetismo; universalização do atendimento escolar; superação das desigualdades educacionais; melhoria da qualidade da educação; formação para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores; morais e éticos em que se fundamenta a sociedade; promoção do princípio da gestão democrática da educação pública; promoção humanística, científica, cultural e tecnológica do País; estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do PIB; valorização dos profissionais da educação e promoção dos princípios do respeito aos direitos humanos, à diversidade e à sustentabilidade socioambiental.
Fonte: ESTADÃO