sexta-feira, 9 de novembro de 2018

É um Etnocídio, um crime Bolsonaro acabar com a demarcação de terras indígenas.

Em imagem de arquivo, indígenas participam de manifestação em Brasília

O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, afirmou nesta semana que seu governo se oporá a novas demarcações de terras indígenas. Em entrevista à TV, Bolsonaro falou que os índios devem se moldar à sociedade.- Ele também comparou a permanência dos índios em terras demarcadas a animais em um zoológico e disse que os indígenas não precisam disso. As declarações do Presidente eleito por São Paulo deixa as várias nações indígenas do Brasil em pé de guerra. A terra é deles por direito e devem ser preservados. Não se trata apenas de demarcações e sim de assegurar as nações indígenas ainda existentes a possibilidade de sobrevivência, os poucos que ainda restam são a parte viva da origem do nosso povo e devem ser respeitados. O discurso do ódio é cada vez mais legitimado pela fala do chefe maior da nação.  Penso que como Presidente este deveria tentar promover uma conciliação entre o povo brasileiro e não acirrar ainda mais o preconceito étnico e social já tão acentuado no nosso país.

15 bilhões, esse foi o corte do Orçamento da Assistência Social para 2019. Tudo isso, para assegurar o pagamento dos super salários do Judiciário

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Para garantir o pagamento do reajuste do judiciário o atual presidente cortou metade do orçamento do SUAS para o exercício de 2019, uma redução de 15 bilhões de reais. Essa redução implicará em redução de metade dos beneficiários do Bolsa família, BPC Idoso e deficiente, e de tudo que tiver ligação com assistência social.  Em relação ao corte, o presidente eleito nem ao menos se pronunciou. Este deixou explícito em sua campanha que as minorias tem que se adequar a maioria ou então terão que sumir, ele não curte muito a área de assistência. O que acontecerá com as centenas de milhares de IDOSOS e DEFICIENTES que vão perder o BPC a partir de 1 de Janeiro?  Viverão de que? Vão comprar feira e medicamentos como? É muito retrocesso em tão pouco tempo. Toda solidariedade a essas famílias, principalmente aos idosos e deficientes que estão perdendo sua única fonte de renda para sustentar os privilégios da classe abastada.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

As mulheres serão as mais atingidas pela proposta de Reforma da Previdência do Bolsonazi


As mulheres sabem porque estiveram contra o presidente eleito Jair Bolsonaro. Mesmo antes de assumir, já começa a pagar a sua dívida com o mercado e para tanto, pressiona o Congresso Nacional para a aprovação imediata da reforma da previdência e promete piorá-la ainda mais.
“O projeto do presidente golpista Michel Temer já não levava em conta a realidade do mercado de trabalho e muito menos ainda as espeficidades das mulheres”, diz Celina Arêas, secretária da Mulher Trabalhadora da CTB.
“Essa nova proposta que se anuncia consegue ser ainda pior”, complementa. Ela se refere à imposição da idade mínima de 65 anos tanto para homens e mulheres para obter aposentadoria integral, o que acarreta aumento no tempo de contribuição em cerca de 40 anos, em vez de 35 para homens e 30 para as mulheres, como é atualmente.
E para piorar, Bolsonaro não disse ainda se vai manter a proposta de corte da pensão por morte, prejudicando milhares de mulheres que formam a maioria que recebe esse tipo de pensão. "O prejuízo para as mulheres é gigantesco e a proposta é desumana, deixando milhares sem ter como prover a família".
De acordo com Celina, as mulheres são mais afetadas porque trabalham mais e por mais tempo. “Nós trabalhamos fora e a maioria de nós é obrigada a se desdobrar para dar conta das tarefas domésticas e dos filhos, já que poucos homens dividem essas obrigações”.
Por isso, "as mulheres se veem obrigadas a aceitar trabalhos mais precários com rendimentos e até jornadas menores. Essa proposta de previdência privada que se coloca joga nas costas da classe trabalhadora todo o peso dos custos da própria aposentadoria, com propostas até de cobrar dos inativos”, reforça.
O IBGE comprova também que apesar de trabalharem mais e estudarem mais, as mulheres ganham em média 23,5% a menos que os homens, exercendo a mesma função. A sindicalista mineira afirma ainda que as mulheres são as primeiras a serem demitidas e as últimas a se recolocarem no mercado de trabalho.
“A reforma da previdência como planeja Bolsonaro será uma catástrofe para quem vive de salário porque ao desvincular do salário mínimo do reajuste da aposentadoria vai nos jogar ao sabor do mercado. E o mercado não se importa com a vida das pessoas”, acentua Celina.
Barbara Cobo, coordenadora do IBGE, afirma que 28,2% das mulheres trabalham em período parcial de até 30 horas semanas, enquanto entre os homens o índice é de 14,1%. Mas “mesmo com trabalhos em tempo parcial, a mulher ainda trabalha mais. Combinando-se as horas de trabalhos remunerados com as de cuidados e afazeres, a mulher trabalha, em média, 54,4 horas por semana, contra 51,4 dos homens”.
No caso das mulheres, diz ela, “além da enorme informalização do mercado de trabalho, jogando nas ruas um número cada vez maior de mulheres, o futuro governo ignora a realidade das trabalhadoras rurais e do machismo do nosso mercado de trabalho”, conclui.

E segue o pagode.

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quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Super salários do judiciário agora ficam mais super ainda.


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O Senado aprovou nesta quarta-feira (7), por 41 votos a 16, projeto que aumenta em 16% os salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta segue agora para a sanção do presidente Michel Temer. Com o reajuste, os subsídios dos magistrados passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento passará a valer a partir da sanção presidencial. É prerrogativa do presidente da República vetar a proposta, se assim desejar.Os senadores também aprovaram um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário para o cargo de procurador-geral da República - os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil. A proposta foi aprovada de forma simbólica, sem contagem de votos. A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. O texto estava parado desde 2016 no Senado e foi incluído na pauta da Casa nesta terça-feira (6).O aumento nos salários dos ministros gera um efeito-cascata nas contas, porque representa o teto do funcionalismo público. Caso o limite seja alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Fonte: G1. 

Presente de Grego aos trabalhadores do Brasil.

Carteiras de trabalho Foto: Leo Martins/Agência O Globo/05-05-2017

Próximo ao aniversário de 88 anos do Ministério do Trabalho o presidente eleito por São Paulo anuncia a sua extinção. Esse fato deve se ao pagamento feito a empresários por financiarem sua campanha, afinal não foi atoa que 12 milhões foram gastos em disparo de mensagens via Whatsap para impulsionar a campanha do então presidente. É um retrocesso atras do outro, nosso país será levado ao tempo da idade média, vamos ver nossa futura geração trabalhando em condições de escrevidão enquanto que empresas estarão lucrando cada vez mais. Será que foi pra isso que elegeram esse cidadão? Mas, resistiremos até o fim, estaremos de pé e lutaremos com todas as nossas forças para que nossos direitos de cidadãos sejam garantidos. Ainda não podemos nos dar por vencidos. Vamos proteger a nossa Constituição.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

FIM DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO.

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Bolsonaro não vai governar para os trabalhadores. Isso já estava claro desde sua atuação parlamentar ao aprovar a Reforma Trabalhista de Michel Temer, que destruiu direitos. Mas, o golpismo do presidente eleito não tem limites e agora ele planeja o fim do Ministério do Trabalho, pasta fundamental na preservação e fiscalização das relações de emprego. Ele está apenas pagando os valores investido na sua campanha, afinal ninguém gasta 12 milhões de reais a troco de nada não é? 

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...