sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Contingenciamento compromete áreas sociais


Mais uma vez, o governo federal promove a infeliz política de contingenciamento de seu orçamento, comprometendo as principais políticas sociais. No caso da educação, o corte é uma vez e meia maior que o do ano passado, alcançando a cifra de 2,5 bilhões de reais.
Sob o argumento de promover a retração dos juros, de controlar a inflação e, claro, de garantir o superávit primário para pagamento da dívida, o governo optou em cortar investimentos imprescindíveis para a oferta de serviços públicos de melhor qualidade à população, dentre os quais: educação e saúde. Essa última política terá retração orçamentária de R$ 5 bilhões, mesmo em meio à crise em que se encontra.
No caso da educação, especificamente, o contingenciamento segue na contramão da proposta do executivo em ampliar o percentual do PIB no setor – embora ainda timidamente (7%). A sociedade tem lutado, no Congresso Nacional, para que os investimentos educacionais correspondam a 10% das riquezas do país, e a participação da União, nessa tarefa, deverá ser a mais relevante, visto que a mesma contribui com menos de 1% do PIB, atualmente.
No bojo do debate sobre o financiamento da educação, destacam-se os compromissos em universalizar as matrículas no nível básico, o apoio do governo federal a estados e municípios para expandir as creches – com cobertura de apenas 18,6% em todo país –, a ampliação da oferta pública de educação especial, além da efetiva valorização dos profissionais da educação básica, por meio de mais formação profissional (inicial e continuada) em instituições públicas e a garantia de cumprimento da lei do piso do magistério.
Num momento em que as demandas sociais e educacionais são tantas, e que o governo aponta, em seu discurso, a intenção de combater os gargalos que afligem a sociedade. devemos condena o contingenciamento total de R$ 55 bilhões no orçamento federal, que depõe contra a expectativa de avanço nas políticas sociais do país. (CNTE, 17/02/12

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Proposta rejeitada!


Os Educadores que estavam presentes na assembleia da tarde desta Quinta-Feira dia 16/02, rejeitaram por unanimidade a nova proposta apresentada pela prefeitura Municipal de Currais Novos, tendo em vista que não houve avanço nos itens expostos. 

PROPOSTA DA PREFEITURA

REPOSTA DOS PROFESSORES PRESENTES




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Professores se revoltam com pressão de governadores

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A pressão dos governadores Sérgio Cabral (PSDB-RJ), Antonio Anastasia (PSDB-MG) , Renato Casagrande (PSB-ES), Cid Gomes (PSB-CE) e Jaques Wagner (PT-BA) para que o presidente da Câmara, Marco Maia, determine o regime de urgência na votação do projeto de Lei que reduz o reajuste do piso nacional dos professores dos atuais 22% para 6% é um motivo a mais para que os trabalhadores da Educação parem, por tempo indeterminado, a partir da greve geral marcada entre os dias 14 e 16 de março. 
“Lamento profundamente que estes governadores se posicionem contra a valorização do magistério. Eles se colocam no mesmo nível daqueles que interpuseram um recurso contra a legislação que visa reduzir injustiças históricas contra os professores.
O mais lamentável, ainda, é a participação nesse grupo do governador da Bahia, Jacques Wagner, que acaba de enfrentar uma greve de segurança. Ele contradiz tudo aquilo porque o Partido dos Trabalhadores sempre lutou. 

Será amanhã!

Na manhã desta Quinta-Feira 16/02 às 10:00h, estaremos mais uma vez em audiência com a Secretária Municipal de Educação para discutir o novo percentual a ser apresentado logo mais a tarde em assembleia aos os professores da rede municipal de ensino.

Diferente do ano passado, hoje estamos tendo a oportunidade de discutir com o executivo municipal uma solução plausível para todos, esperamos que amanhã tudo esteja resolvido e que o ano letivo possa correr tranquilamente sem que seja necessário mobilizações da categoria.

Para resolver questões pendentes, nada melhor do que um bom diálogo.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Em negociação!

Tratando-se de negociação, os professores da rede municipal em assembleia na tarde desta Terça-Feira dia 14/02, decidiram apresentar como contra proposta a Prefeitura Municipal de Currais Novos que seja pelos menos equiparado o valor atual do piso ao valor do ano passado que está estabelecido em R$ 890.00 (Oitocentos e Noventa Reais).

Estaremos enviando na manhã desta Quarta-Feira dia15/02 um ofício comunicando a Secretária Municipal de Educação a decisão da assembleia para que esta possa discutir com o gestor concluir se acatar a decisão dos educadores, ou se irão apresentar uma nova proposta, ou se manterão a mesma.
Na reunião da manha de Quinta-Feira dia 16/02 esperamos chegar a um denominador comum. A assembleia ficou marcada tarde do dia 16/02 às 16:00h na sede do SINTE.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O SINTE/RN, Regional de Currais Novos
Convida a todos os Professores da Rede Municipal de Ensino para uma assembleia nesta Terça-Feira dia 14/02 
as 16:00h na sede do SINTE/RN.

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...