terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Lewandowski se irrita em voo e pede prisão de passageiro


Diante de todos os ataques sofridos pela nossa constituição e o único órgão responsável de protegê-la mantém inerte diante de tudo. O que esse ministro queria ouvir? Que estamos orgulhosos da nossa corte?  Que parabenizamos pela falta de atitude dos magistrados da corte suprema? Mandar prender o rapaz porque? Ele disse apenas a verdade, verdade que o senhores ministros não querem ouvir. 

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Brasil retira candidatura para sediar a COP-25 em 2019

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O governo do Brasil comunicou oficialmente que vai retirar sua candidatura para sediar a COP-25 (Conferência das Partes da Convenção do Clima das Nações Unidas), destinada a negociar a implementação do Acordo de Paris, de 11 a 22 de novembro de 2019. O Itamaraty informou sobre a decisão ao Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima da Organização das Nações Unidas.
De acordo com o texto enviado ontem (27) às Nações Unidas, a retirada da candidatura se deve às “restrições fiscais e orçamentárias” que deverão permanecer no próximo governo.
“Tendo em vista as atuais restrições fiscais e orçamentárias, que deverão permanecer no futuro próximo, e o processo de transição para a recém-eleita administração, a ser iniciada em 1º de janeiro de 2019, o governo brasileiro viu-se obrigado a retirar sua oferta de sediar a COP 25."
O comunicado informa ainda que o governo brasileiro “conduziu análise minuciosa dos requisitos” para sediar a COP-25. “A análise enfocou, em particular, as necessidades financeiras associadas à realização do evento.”
Sendo o Brasil o 6º maior produtor de Co2 do mundo, negar sediar a COP-25 torna claro a intenções do futuro governo em relação ao meio ambiente, parece que o acordo feito com o agronegócio será bem mais lucrativo. Dane-se o meio ambiente. Dane-se as reservas indígenas. Dane-se a soberania nacional e Viva aos Estados Unidos da América. O tema da campanha "Brasil acima de tudo" como dizemos aqui no Nordeste: "Foi pra baixa da égua"
Fonte: EBC.

ONYX ANUNCIA FIM DO MINISTÉRIO DO TRABALHO



O deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PSL), anunciou que o Ministério do Trabalho será desmembrado e suas atribuições irão para as pastas de Economia, Justiça e Cidadania; "O atual ministério do Trabalho como é conhecido ficará uma parte no ministério do doutor Sérgio Moro (Justiça), outra parte com Osmar Terra (Cidadania) e outra parte com o Paulo Guedes, lá no ministério da Economia, para poder tanto a parte do trabalhador e do empresário dentro do mesmo organograma", afirmou Lorenzoni;; em novembro, depois da polêmica criada pela possibilidade de extinção da pasta, Bolsonaro afirmou que o ministério seria mantido. "O Ministério do Trabalho vai continuar com status de ministério, não vai ser secretaria", disse na ocasião. Mas me parece que a palavra do Bolsonazi não tem valor para seus ministros. Esse governo pelo que estamos vendo será o maior fiasco da história do Brasil. Temos um governo atolado de corruptos, entre eles um ex juiz que vai trabalhar ao lado de muitos dos seus investigados e até de um por ele condenado. O governo que seria contra a corrupção não passa de uma extensão da corrupção, só que dessa vez legalizada, pois para o Just Morow a lei que valeu para uns hoje não vale pra ninguém mais.... A não ser que envolva o nome do Lula, ai a coisa muda, o corrupto volta pra casa com todo dinheiro obtido da corrupção......

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Irritado com declaração, presidente da França enquadra Bolsonazi e ameaça boicote.



O presidente da França, Emmanuel Macron, disse hoje (29) que a possibilidade de seu governo apoiar o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul depende da posição do presidente eleito, Jair Bolsonaro, sobre o Acordo Climático de Paris.

"Não podemos pedir aos agricultores e trabalhadores franceses que mudem seus hábitos de produção para liderar a transição ecológica e assinar acordos comerciais com países que não fazem o mesmo. Queremos acordos equilibrados", disse Macron, sem citar diretamente as declarações contra o Acordo de Paris feitas por Bolsonaro.


Macron fez as afirmações em uma entrevista coletiva conjunta com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, com o qual se reuniu dois antes do início da Cúpula dos Líderes do G20, grupo formado pelas maiores economias mundiais.
A UE e o Mercosul (Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, pois a Venezuela está temporariamente suspensa) negociam o acordo com base em três pilares - o diálogo político, a cooperação e o livre-comércio - há quase 20 anos.
Sem as dúvidas que manifestou em relação ao futuro governo brasileiro, Macron afirmou que pretende avançar nas relações com a Argentina e elogiou Macri por seguir um "rumo claro". Além disso, ressaltou que a França apoiou o pedido de empréstimo de US$ 57 bilhões feito pela Casa Rosada ao Fundo Monetário Internacional (FMI) após grave crise cambial.
Macron informou também que pretende criar um fórum econômico bilateral entre França e Argentina, para que empresas de médio porte dos dois países façam mais investimentos cruzados em setores como inovação e turismo.
Depois do encontro, os dois presidentes irão para a cidade de Tigre, ao norte de Buenos Aires, para um lanche oficial.
Além de Macron, que chegou ontem à capital argentina, já estão na cidade o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, e o primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien Loong.
Sobre a cúpula do G20, Macron indicou que espera que triunfe na reunião o espírito de "diálogo e cooperação". O presidente francês destacou ainda que tem uma relação "fácil e fluente" com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em temas como segurança e luta contra o terrorismo, mas admitiu que há "desacordos" nas discussões sobre comércio e o clima.

FONTE; Plantão Brasil

O Cadelinho brasileiro lampe as botas do Patrão E.U.A

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O Presidente eleito por São Paulo rebaixou o grau de representatividade do nosso país a mero soldadinho americano. Ao bater continência para o assessor do presidente americano, o presidente eleito por São Paulo envergonha a toda nação brasileira, mostrando que o nosso país voltará a ser uma colonia, só que dessa vez americana e não portuguesa como no passado. Isso mostra a total imbecilidade e falta de conhecimento em relação a politica externa, revela um brutal despreparo de um chefe de nação. O mundo inteiro deve estar estarrecido com tamanha falta de respeito com a soberania nacional. Esse presidente não passa de moleque traquino que resolveu brincar de presidir uma nação gigantesca e encontrou nas mãos de alguns ignorantes políticos aval para satisfazer o seu desejo. Entregar as nossas riquezas naturais para estatais estrangeiras é um crime de lesa a pátria, é uma total falta de respeito a constituição e a soberania nacional.  

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Formado na Pedagogia da Ignorância o Bolsonazi quer conferir a Prova do ENEM.

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Formado em ignorância com Mestrado em Burrorologia e Doutorado em Imbecilidade o Presidente eleito por São Paulo quer conferir a prova ENEM. Desde a sua criação, nenhum presidente na história do Brasil pediu pra ver o exame do ensino médio, mesmo quando era ainda conhecido como "VESTIBULAR". Mas o detentor do saber de toda humanidade acha que o ENEM não pode ser aplicado sem antes passar pela sua vistoria. Daria tudo pra ver um relatório de conclusão dado a respeito de uma prova tão importante, feito pelo iletrado, por alguém de conhecimento limitado, por um cara que não conhece nem ao menos a divisão histórica e geografia de um país no qual de forma absurda foi posto para governar. Isso é uma afronta a todas a Universidade Federais do País e uma falta de respeito aos órgãos responsáveis pela elaboração e aplicação do exame. Será que não mais existirá respeitos as instituições? Será que essa aberração terá mesmo poder  para tanto? Isso é no mínimo vergonhoso para o nosso país, hoje o Brasil é motivo de chacota nos países mais desenvolvidos. 

terça-feira, 27 de novembro de 2018

MEC quer que alunos com deficiência possam frequentar apenas escolas e classes especiais

Proposta, que está em consulta pública, tira a obrigatoriedade destas crianças e jovens se matricularem no ensino regular

MEC quer que alunos com deficiência possam frequentar apenas as escolas e classes especiais

Termina nesta sexta-feira (23) a consulta pública sobre o texto preliminar do novo marco regulatório da educação especial, que permitirá a estudantes com deficiência frequentar apenas escolas e classes especiais, ou seja, deixar de frequentar as escolas regulares. De acordo com a nova Política Nacional de Educação Especial, a escola especial é indicada “quando barreiras nas escolas comuns não forem superadas, para a garantia da efetiva aprendizagem, participação e igualdade de oportunidades”. Grande parte dos pais, educadores e especialistas estão se manifestando contra a proposta.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), a proposta é atualizar a legislação vigente. Atualmente, há mais de um milhão de matrículas de estudantes do ensino especial nas escolas públicas e privadas da educação básica. O texto, no entanto, traz pontos considerados polêmicos, como as escolas especiais. Para a advogada e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Ana Cláudia Mendes de Figueiredo, permitir que a escolarização dos alunos com deficiência deixe de acontecer nas escolas e classes regulares “é um retrocesso”. A entidade participou das reuniões, junto com outros especialistas na área, mas diz que nenhuma de suas sugestões e ponderações foi contemplada.
Ana Cláudia defende que esses estudantes frequentem classes tradicionais e que as escolas sejam adequadas para recebê-los. Segundo ela, o texto proposto promove a segregação de alunos que “não conseguem acompanhar” ou ter pleno êxito escolar medido por avaliações e retoma “modelo médico da deficiência, pautado na incapacidade e na incompetência do aluno”.

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...