sexta-feira, 4 de maio de 2012

Se você conhece algum caso de violência contra a mulheres denuncie. Ligue 190.

A cada hora, cerca de sete a oito mulheres são vitimas de violência doméstica no Brasil.  Em 24 horas, a Polícia de Botucatu registrou três casos de violência doméstica na Cidade. Todos os casos foram agressões contra mulheres.

O primeiro, foi uma adolescente de 17 anos, que recebeu socos no rosto do irmão, de 21 anos. Segundo o relato da jovem, ela estava esquentando água no fogão, para tomar banho, quando o irmão alegou que iria gastar muito com essa ação e passou a agredi-la. A garota relatou em Boletim de Ocorrência que pegou uma faca para se defender, mas recebeu um soco no olho.

A segundo ocorrência foi no Jardim Continental, onde uma mulher de 21 anos teria apanho do marido. A vitima disse que teve a cabeça batida por diversas vezes contra a parede, após uma briga com o companheiro.

Já o terceiro caso também ocorreu no Jardim Continental. A mulher de 31 anos relatou que ela e o marido saíram, mas ele retornou antes do que ela. Quando a esposa chegou em casa foi recebida com chutes e socos.

"Nós é que somos brasileiros"

Ao ver essa imagem até arrepiei, esse cabloco carregando uma policial é um professor, que estava em uma manifestação em são paulo, revindicando um melhor salário pra categoria. A PMSP entrou em conflito com os professores e essa policial se machucou, o professor a pegou nos braços e a socorreu.

Nossos inimigos não são os policiais, e sim o próprio povo, que em pleno século XXI ainda acha que urna é pinico e acha que voto de protesto é "zuar" na urna!

Esse ano é um ano eleitoral, vamos refletir antes de votar, e na falta de opção, não vote de brincadeira, anule o voto, pois isso sim é um voto de protesto!

Mais dinheiro público morfando por falta de competência dos nossos administradores.

Em algum lugar do Brasil dezenas de ambulâncias estão paradas em uma garagem, onde na verdade deveriam estar servindo a população. Porém, muita coisa não anda na mesma proporção que as necessidades das pessoas por causa da burocracia ou deveria dizer "burrocracia". A burocracia só não funciona quando é para botar a mão no dinheiro do povo. Viva aos ladrões de colarinho branco. Brasil, sil! sil! sil! sil!

Mais um caso de desvio de verbas em prefeituras.




No Estado da Paraíba prefeitos e secretário foram presos acusados de desviar Recursos Federais da Educação e Saúde dos seus municípios, o prejuízo aos cofres públicos chegaram ao montante de de cinco milhões de reais. 

FNDE divulga balanço final do Fundeb para 2011, com ajuste de R$ 2,7 bi


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O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulgou na segunda-feira (23) o balanço final dos recursos relativos a 2011 para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A portaria publicada no Diário Oficial calculou a diferença entre a receita efetiva com a arrecadação de tributos, informada pelos estados e municípios ao Tesouro Nacional, e o dinheiro que cada governo já contribuiu para o Fundeb.
No total, o fundo deve receber R$ 2.715.868.105,33 (R$ 2,71 bilhões), sendo que R$ 1.159.110.270,65 (R$ 1,15 bilhão) é o valor que a União repassará, ainda em abril, a 10 estados brasileiros que não conseguiram arrecadar o suficiente para atingir o valor mínimo anual por aluno, que em 2011 foi de R$ 1.846,56 por estudante matriculado na educação básica. Os estados que receberão esse dinheiro são Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.
O restante do dinheiro (R$ 1,55 bilhão), deve ser repassado ao Fundeb por Amazonas, Amapá, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo. Mais de dois terços desse valor é devido pelo Distrito Federal, que, segundo a portaria, não repassou nenhum recurso à conta específica do Fundeb que cada governo - municipal, estadual e federal - mantêm, e portanto deve R$ 1.155.735.593,23 (R$ 1,15 bilhão). (G1

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sistema educacional


educ basica
Da Redação
A educação básica é o primeiro nível do ensino escolar no país e compreende três etapas: a educação infantil (para crianças de zero a cinco anos), o ensino fundamental (para alunos de seis a 14 anos) e o ensino médio (para alunos de 15 a 17 anos).
Ao longo desse percurso, crianças e adolescentes devem receber a formação comum indispensável para o exercício da cidadania, como aponta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Também é um objetivo da educação básica fornecer os meios para que os estudantes progridam no trabalho e em estudos posteriores, sejam eles no ensino superior ou em outras modalidades educativas.
Apesar da correlação existente entre a idade dos alunos e o nível e as modalidades de ensino, as leis e regulamentos educacionais garantem o direito de todo cidadão frequentar a escola regular em qualquer idade. No entanto, também é uma obrigação do Estado garantir os meios para que os jovens e adultos que não tenham frequentado a escola na idade adequada possam acelerar seus estudos e alcançar formação equivalente à educação básica.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas em Educação Anísio Teixeira (Inep), cerca de 51,5 milhões de estudantes freqüentam a educação básica. Nesse montante, estão incluídos também os alunos das modalidades de ensino técnico, educação especial (para pessoas com deficiência) e educação de jovens e adultos.
Etapas
Cada uma das etapas da educação básica possui objetivos próprios e formas de organização diversas.

A educação infantil tem como foco o desenvolvimento físico, psicológico, intelectual e social da criança. As atividades realizadas são um complemento à ação das famílias e das comunidades. Crianças de zero a três anos podem frequentar as creches ou instituições equivalentes. No caso de crianças entre quatro e cinco anos, o ensino é realizado em pré-escolas.
Os pais não são obrigados a matricular as crianças de zero a cinco anos, mas o Estado deve garantir a possibilidade de que frequentem uma instituição educacional. Pela legislação brasileira, os municípios são os responsáveis pela oferta da educação infantil pública e gratuita e pela gestão das instituições privadas.
Já o ensino fundamental é obrigatório. Isso significa que toda criança e adolescente entre seis e 14 anos deve estar na escola, sendo obrigação do Estado oferecer o ensino fundamental de forma gratuita e universal. A obrigatoriedade do ensino fundamental também implica reconhecê-lo como a formação mínima que deve ser garantida a todos os brasileiros, de qualquer idade. Em sua conclusão, o estudante deve dominar a leitura, a escrita e o cálculo. Outro objetivo desta etapa é desenvolver a capacidade de compreender o ambiente natural e social, o sistema político, a tecnologia, as artes e os valores básicos da sociedade e da família.
A partir de 2006, a duração do ensino fundamental passou de oito para nove anos. Esta medida busca aumentar o tempo de permanência das crianças na escola, mas principalmente melhorar a qualidade da formação inicial, especialmente no que diz respeito à alfabetização.
Municípios e estados devem trabalhar de forma articulada para oferecer o ensino fundamental. Já o ensino médio, com duração de três anos, é de responsabilidade dos estados.
Nesse período, são aprofundados os conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, buscando articular o conteúdo com a preparação básica para o trabalho e a cidadania. Outra função do ensino médio é propiciar a formação ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico e a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos.
Tudo isso permite ao estudante concluir a educação básica dominando conhecimentos e habilidades que possibilitem escolher rumos na vida adulta. Ele deve estar preparado para a inserção no mercado de trabalho e também para poder seguir o caminho do ensino superior.

Fonte: Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação


 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...