domingo, 8 de abril de 2012

O Piso do Magistério no Brasil enfrenta resistência desde o tempo do Império




A lei que criou o piso nacional de salário do professor entrou em vigor em 17 de julho de 2008, mas tinha sido questionada na Justiça por governadores de 16 estados brasileiros, dentre os quais Santa Catarina. Em abril de 2011, o Supremo Tribunal Federal decidiu que a lei era válida. Faltava entendimento quanto à fórmula de cálculo do reajuste anual. Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados a proposta acabou aprovada, apesar da oposição de setores do governo. A atualização ficou atrelada à variação do valor mínimo por aluno no FUNDEB (Fundo da Educação Básica) e não poderá nunca ser inferior à inflação segundo o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) do ano anterior. Neste ano, o piso deverá ser atualizado em torno de 22%.
Existe hoje o Projeto de Lei PL 3776/08 de autoria do Poder Executivo Federal que visa modificar a fórmula do cálculo de reajuste do Piso, logo que a lei foi sancionada, em 2008, o governo pediu a revisão desse critério e enviou um novo projeto de lei ao Congresso Nacional para que o reajuste tivesse como referencial o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a variação da inflação e é utilizado como critério de reajuste salarial para várias categorias.
A nossa luta é para que tal projeto não venha a ser aprovado pelo Congresso Nacional, pois se isso ocorrer não levará menos de quatro ou cinco anos para que os professores de todo Brasil voltem a ter como referência salarial o Minimo Nacional.
A justificativa do Governo apresentada no projeto de lei à época, era que caso o crescimento do Fundeb fosse utilizado como parâmetro para o cálculo, os custos com os salários a médio e longo prazo poderiam comprometer outros itens do orçamento da educação.
O artigo 3º da Lei de 15 de outubro de 1827, um decreto do imperador D. Pedro I, pode ser considerado o embrião do piso salarial do magistério brasileiro: “ Os presidentes, em Conselho, taxarão interinamente os ordenados dos Professores, regulando-os de 200$000 a 500$000 anuais, com atenção às circunstâncias da população e carestia dos lugares, e o farão presente a Assembléia Geral para a aprovação”. 

sábado, 7 de abril de 2012

Veja quem são os Governadores Inimigos da Educação


Conheça os governadores e prefeitos que são inimigos da educação

Clique no link acima e veja quem são Os Governadores Inimigos  da Educação no Brasil.
Eles não cumprem a Lei 11.738, que determina o pagamento do piso nacional do magistério e a implantação de 1/3 de hora-atividade

Banner

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Uma Feliz Páscoa a todos!

O SINTE/RN Regional de Currais Novos deseja a todos os Profissionais da Educação uma Páscoa cheia de bençãos. Que o amor do Divino Pai Eterno esteja presente em todos os momentos de nossas vidas.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Vamos criar também uma lista dos Governadores Inimigos da Educação no Brasil.


PODEMOS COMEÇAR POR ESTES AQUI.

Tarso Genro (PT-RS)

Acordo Fechado !


Após muitas discussões, finalmente chegamos a um percentual que garante segurança remuneratória para todo mundo. Em assembleia realizada na manhã desta Quarta-Feira 04 de abril de 2012, os professores da rede municipal de ensino aprovaram por unanimidade a proposta enviada pelo Executivo Municipal que estipula um reajuste de 17% no Piso Salarial Nacional em Currais Novos já no pagamento do mês de abril. Com esse percentual todos os professores terão ganho real em seus vencimentos. 



Depois de lida e discutida a proposta foi posta em votação que teve aceitação pela maioria dos presentes.




terça-feira, 3 de abril de 2012

Tabela do Magistério em Currais Novos

Após o reajuste de 17% no Piso Salarial Nacional em Currais Novos, veja como ficará seu salário base no final de abril.
A esse salário base você acrescenta todas as suas vantagens: Anuênio, acessos a cursos etc.


 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...