quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

FUNDEB EM RISCO: GOVERNO NÃO CUMPRE A META DE INVESTIMENTO.

Do Blog: O Governo Federal não cumpriu com a meta de investimento do FUNDEB, isso nos leva a certeza de que nos anos seguinte o investimento em educação poderá sofre ainda mais. A preocupação com os investimentos na Copa do Mundo tem tirado o sossego de muita gente, o que vemos é investimento pesado em Arenas de Futebol, em infraestrutura de aero portos,  e o resto do Brasil que aguente até a copa passar. Isso é no minimo absurdo, não tenho nada contra a copa do mundo, ela seria bem vinda desde que o Brasil estivesse com condições sociais e econômicas para recebe-la. Não é isso que estamos vendo, a saúde pública está um caos, a educação ainda é fictícia em algumas regiões do Brasil, a segurança, essa é por conta da bandidagem e por aí vão os absurdos. Vendo o Filme "Tropa de Elite 2", percebemos quem são os verdadeiros bandidos e o que fazem com nosso dinheiro e b parte da população brasileira. Sei que existe um certo sensacionalismo no Filme, mas, 99% é pura realidade. 

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A Diretoria Executiva da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), reunida em Brasília, em posicionamento unânime de seus membros, vem a público alertar a sociedade para os riscos a que o Governo Federal submete o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), caso não tome as providências urgentes que assegurem o cumprimento da receita do Fundo prevista para 2012, evitando assim o colapso dessa política pública que, embora insuficiente, fomenta o acesso universal e equitativo à educação básica no país.
Cumpre informar que, desde o primeiro semestre deste ano, as receitas efetivas do Fundeb não correspondem à previsão divulgada pela Portaria Interministerial nº 1.809, de 28 de dezembro de 2011, e mesmo assim o MEC e a Fazenda Federal não ajustaram o valor per capita do Fundeb, que serve de parâmetro para o investimento mínimo por aluno em cada etapa e modalidade da educação básica.
Estima-se que o déficit entre a previsão e a receita realizada do Fundeb em 2012 seja de aproximadamente 10 bilhões de reais, e não se sabe quem pagará a conta. Nesta altura dos acontecimentos, o correto seria a União cobrir a previsão de receita feita pela Secretaria do Tesouro Nacional, não cabendo aos estados e municípios arcarem com mais um erro crasso do órgão da União. Vale lembrar que, em 2009, por ocasião dos primeiros efeitos da crise econômica mundial, a previsão do valor mínimo do Fundeb reduziu de 19,23% para 7,86%. Porém, ao longo daquele ano, os entes federados foram sendo informados da redução da receita e os ajustes nos dispêndios se efetuaram durante o próprio ano, tendo o Governo Federal, inclusive, liberado verba extra para compensar a desoneração do IPI que incide sobre o Fundo de Participação dos Municípios.
Por outro lado, a CNTE tem cobrado, insistentemente, do Ministério da Educação e do Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb, em nível nacional, a publicação de boletins mensais contendo a receita agregada do Fundeb (estado por estado). Essa dinâmica era adotada à época do Fundo do Ensino Fundamental (Fundef), mas foi abandonada completamente no Fundeb. E isso compromete sobremaneira o controle social sobre as verbas do Fundo público.
A CNTE espera que o Governo Federal aja com rapidez e responsabilidade, no sentido de resguardar as expectativas de receitas de estados e municípios, neste ano de 2012 e em 2013, bem como para garantir a continuidade da política de valorização dos profissionais do magistério através do piso salarial profissional nacional instituído pela Lei 11.738, nos anos subsequentes.
A CNTE aproveita a oportunidade para reiterar, publicamente, o pedido de audiência com a presidenta Dilma Rousseff, solicitada desde a sua posse, a fim de tratar sobre o Fundeb e o piso do magistério.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Plano de Carreira do Magistério Municipal ficou na inercia.

Muito se falou em reajuste do Piso e esqueceram do Plano de Carreira, desde o inicio do ano dezenas de professores deveriam ter sido contemplados com a promoção horizontal, em outras palavras deveriam ter ganhado uma letrinha a mais na sua carreira. O fato é que chegamos ao final do ano e essa letrinha não veio. 

é apenas 2% sobre o salário base, mas, se somarmos 2% x 24 meses isso daria um valor referente a 48%  do salário de um mês, ou seja se hoje meu salário é de R$ 1.800. Nesses 24 meses acumulei um perda referente a R$ 720,00 que dividido por 24 daria um valor referente a R$ 30,00 por mês. Parece pouco mais já é uma fatura de energia em alguns casos. 

O que realmente garante a valorização dos Profissionais do Magistério é o Plano de Cargos Carreira e Salários, lutar apenas por reajuste e esquecer o andamento do plano é dar com uma mão e tirar com a outra.  Espero que no próximo ano, logo no incio esses profissionais que acumulam essas perdas possam ser recompensados inclusive sendo promovidos a Classe em que atualmente deveriam estar. Estare3i acompanhando passo a passo o andamento não só do nosso reajuste mais também a mobilidade do nosso plano de carreira.  

sábado, 8 de dezembro de 2012

É nois na fita!!!!!!!!


Segundo a CNTE, “a luta pela manutenção do custo aluno já estava derrotada”, e por isso a entidade defendeu uma proposta de alteração no índice de reajuste do Piso Nacional dos professores da rede pública de ensino. Dessa forma, somou-se aos seis governadores, incluindo Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, que ingressaram com a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) 4.848, questionando o reajuste sob o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
A decisão da CNTE, contudo, contraria a defesa da grande maioria dos professores, que entendem o Fundeb como melhor índice, pois garantiria condições adequadas de trabalho. Segundo a lei em vigor, o piso salarial do professor deve ser reajustado todo ano de acordo com a variação do “custo-aluno”, apontada pelo Fundeb. Conforme esse índice, o reajuste para 2013 será de 21,25%, elevando o piso para R$ 1.756. Os governadores que se colocam contrários ao cumprimento da Lei defendem que o reajuste seja baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (Inpc), o que resultaria em retirada de direitos para os trabalhadores. Durante a discussão, muitos educadores argumentaram que aceitar alteração na Lei do Piso significaria fragilizar a luta nacional contra os governos que não veem a valorização dos professores como prioridade. 
Do Blog: Analisando a situação pela qual vem sendo tratada a Lei 11.738/08 a CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação terminou também sedendo a pressão dos governos em mudar a fórmula de cálculo do reajuste do piso. Ficando assim da forma como queriam aqueles questionadores da Lei. No prejuízo ficaram os Profissionais do Magistério, não passará mais de uma década e os professores da rede pública de ensino voltarão a receber como vencimento um simples e mero salário minimo. Depois de anos de luta, quando finalmente pensávamos que teríamos chegado ao patamar máximo das nossas conquistas vemos ela descer pela enorme privada chamada Congresso Nacional. 





terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ato irresponsável!


O Prefeito de Tenente Laurentino Cruz passou os quatro anos da sua gestão não querendo pagar o Piso Salarial do Magistério. Um dos seus atos irresponsáveis dentre tantos outros que ele fez, foi mandar para o legislativo um projeto de lei que reajustava o piso quase que na sua totalidade, deveria ser um motivo para os educadores daquele município estarem felizes se a próxima gestão tivesse de onde tirar dinheiro para cumprir tal façanha. O problema é que o Senhor Prefeito deixa o município em situação de miséria, uma enorme divida junto ao INSS, e muitos prejuízos causados ao erário público. A começar pela falta de estrutura que o próximo gestor encontrará, talvez nenhum um lugar para sediar a Prefeitura o próximo gestor encontre. Se o atual prefeito foi irresponsável, mais ainda, foram os senhores vereadores daquela cidade. Onde foi parar a prerrogativa de que vereadores são eleitos para fiscalizar a administração pública, passou - se todo esse tempo e os senhores vereadores não perceberam nada disso? Não entenderam que tudo não passa de uma revolta e uma maneira de tentar prejudicar o próximo gestor? É por causa de atos irresponsáveis de políticos incompetentes que o nosso país amarga os péssimos resultados da educação perante os demais países do mundo. Só podemos desejar ao Prefeito Titico que um milagre aconteça e que este possa de maneira sábia e com a compreensão dos munícipes um pouco de paciência até que este possa botar a casa em ordem como dizem todos aqueles que assumem. 

domingo, 2 de dezembro de 2012

Royalties futuros irão para educação.


O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta sexta-feira (30) que todos os royalties de futuras concessões do
 petróleo serão destinados para a área de educação. O objetivo do governo, segundo ele, é criar uma "poupança a longo prazo do País", para que o Brasil não enverede pelo caminho da "doença holandesa".
"(A presidente Dilma Rousseff) Tomou decisão que, no meu ponto de vista, tem grande significado histórico. Todos os royalties a partir da data das futuras concessões, seja em terra, seja no mar, todos os royalties irão para a educação, isso envolve todas as prefeituras, todos os governos e a União", afirmou o ministro. Segundo o ministro, "não há futuro melhor do que investir na educação".
De acordo com o ministro, 50% de todo o rendimento do Fundo Social, que receberá parte dos royalties, também será destinado para educação. "Só educação fará o Brasil ser uma nação efetivamente desenvolvida, é um alicerce do desenvolvimento", afirmou. Para Mercadante, os royalties são "uma riqueza que tem de ser investida para preparar o Brasil para quando não a tivermos mais".
A presidente Dilma Rousseff precisou usar até as últimas horas disponíveis para bater o martelo sobre o projeto que trata da redistribuição dos royalties do petróleo. Pressionada por Estados produtores que temem a quebra nas contas, Dilma decidiu vetar parcialmente o projeto de lei aprovado no Congresso, editando uma medida provisória.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Veto mantém royalties de contratos de regime de concessão já firmados


Luciene Cruz e Danilo Macedo
Repórteres da Agência Brasil


Brasília – Com o veto da presidenta Dilma Rousseff ao artigo do projeto de lei que propunha mudança na distribuição dos royalties do petróleo, os estados e municípios produtores continuarão recebendo os mesmos percentuais dos contratos no regime de concessão já firmados. Assim, o Rio de Janeiro e Espírito Santo, os maiores produtores nacionais, não perderão receita, pois a nova regra de distribuição valerá apenas para contratos futuros dos poços que serão licitados a partir do próximo ano.
Pela regra atual, a União recebe 30% dos royalties e os estados produtores, 26,25%. Pela nova regra anunciada hoje, o percentual cairá para 20% para ambos, a partir de 2013.
No caso dos municípios produtores, o percentual dos royalties para os contratos licitados a partir do ano que vem cairá dos atuais 26,25% para 15%. Em 2020, a nova lei reduz para 4%. Os municípios afetados (que participam indiretamente da produção) a participação cairá de 8,75% para 3%. Em 2017, a redução chega a 2%.
Os estados não produtores, que atualmente recebem 1,75% dos ganhos da exploração, receberão 21% dosroyalties já no ano que vem. O valor, referente aos novos contratos do regime de concessão, aumentará ao longo dos anos, até alcançar 27%, em 2019.
Segundo o secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia (MME), Marco Antonio Almeida, como as mudanças só vão valer para novas concessões, a medida deverá estar pronta até o início das licitações. “A medida provisória vai produzir efeito para novas concessões. A primeira rodada de licitações ocorrerá em maio e, até lá, a medida estará aprovada”, disse.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, declarou que o governo estabeleceu na medida provisória que “100% dos royalties futuros serão destinados à educação”. Segundo ele, “o valor é um acréscimo ao mínimo constitucional exigido atualmente. É um legado futuro para as próximas gerações. O governo não quer repetir os erros das grandes nações exportadoras de petróleo”.
A educação também vai receber 50% dos rendimentos do Fundo Social. A reserva é uma poupança pública com base em receitas da União. O Fundo Social, criado em 2010, prevê investimentos em programas e projetos de educação, cultura, esporte, saúde e de combate à pobreza, entre outros.

Não deu coro legal.

Por falta de eleitores a Eleição Direta para o Centro Municipal do Ensino Rural não foi oficializada. Compareceram ao local de votação apenas 45% do total de 191 pais aptos a votarem. Tendo em vista ess baixo número de eleitores., não foi possível chegar ao coro legal que de 50% + 1. Sendo assim o futuro diretor(a) do Centro Rural deverá ser nomeado pelo futuro prefeito. 

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...