terça-feira, 12 de junho de 2012

Comissão se reunirá para votar PNE


A comissão especial criada para analisar o novo Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) se reunirá, nesta terça-feira (12), para votar o parecer do relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR). O parlamentar manteve sua proposta de que o investimento público em educação atinja 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2020.
O percentual a ser investido é um dos pontos mais polêmicos do PNE, já que muitos deputados e movimentos ligados à educação defendem a destinação de 10% do PIB para a área. O texto original enviado pelo Executivo previa 7%.
A proposta do PNE também destina 50% dos recursos da União resultantes do Fundo Social do Pré-Sal - royalties e participações especiais referentes ao petróleo – para a manutenção e o desenvolvimento do ensino público.
Segundo Vanhoni, hoje o País aplica 5,1% do PIB em educação. Esse percentual inclui recursos da União, dos estados e municípios.
Vanhoni também incluiu no texto final a previsão de que serão destinados R$ 20 bilhões para a alfabetização nos próximos dez anos. O relator afirmou que o País tem hoje 28 milhões de analfabetos funcionais – aqueles que sabem ler, mas não compreendem o que leem. "Pela proposta encaminhada pelo governo, não havia destinação de recursos porque, segundo o governo, já existem verbas suficientes para a alfabetização", explicou o parlamentar.

A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 10.
(Agência Câmara de Notícias 11/06/12)

Do Blog: Manda esse deputado aí botar o filho dele pra estudar em uma escola pública. Talvez assim ele enxergará que o seu discurso não faz o menor sentido.  Destinar dinheiro para alfabetizar pessoas não seria necessário se as escolas estivessem funcionado como deveriam. Muitas vezes nós educadores, se quisermos transformar as aulas e fazê-las mais atraentes para os nossos alunos, temos que tirar dinheiro do próprio bolso para poder comprar material de expediente, o dinheiro enviado para as escolas através dos programas do FNDE estão muito fora da realidade dos municípios e não atendem nem a metade das necessidade das instituições de ensino. 

Com o discurso desse nobre parlamentar a educação brasileira vai continuar mendigando. Nós professores vamos continuar lutando por algo que a cada dia se torna mais difícil. A tão sonhada revolução na educação, jamais vai acontecer, pois vontade política para fazer acontecer ninguém tem, e nem nunca terão, a não ser que o povo entenda e veja realmente que a educação é a única coisa que mode mudar o padrão de vida daqueles que acreditam no seu valor.  


segunda-feira, 11 de junho de 2012

É possível sim!

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A educação brasileira passa por um dos momentos históricos em relação ao avanço dos investimentos federais nesta área tão sofrida. Estados e Municípios tem sucateado as instituições de ensino por falta de investimento pesado nesse setor. O Governo Federal tem feito o contrário, esta investindo muito no Ensino Superior. O que os "doutores do MEC ainda não entenderam, é que se não cuidar da base, do ensino infantil até o ensino médio, de nada adiantará os investimentos nas universidade se o filho do trabalhador, aquele que estuda sua vida toda na escola pública não conseguir chegar lá. Mais uma vez as Universidades Brasileiras estão sendo preparadas e ampliadas para os filhos e filhas dos nossos deputados, senadores, empresários, governadores , prefeitos etc, etc, etc.  Em outras palavras, para a classe burguesa como sempre foi feito.

Uma das soluções para se resolver o déficit educacional do Brasil seria no mínimo elevar os percentuais de investimentos do PIB, 10% é possível sim, desde de que haja interesse político em melhorar tais ações. Melhor do que entrar no esgoto da corrupção, os milhões de reais que são desviados e nunca devolvidos daria para construir anualmente dezenas e dezenas de salas de aula, daria também para equipar com computadores de última geração as milhares de salas de aulas já existentes. Daria também para pagar melhor aos nossos educadores que a anos, desde de o tempo do império lutam pela valorização da sua profissão.

Enquanto um parlamentar ganha R$115.000,00 por mês para surrupiar os cofre públicos. Um professor luta para ganha uns míseros R$ 1.451,00. É isso que denominam de justiça social? Se for, é uma piada e de muito mal gosto. Se faz necessário um movimento de moralização do nosso país, devemos começar pela parte podre da política brasileira. Parte dela está concentrada no Congresso Nacional

sábado, 9 de junho de 2012

PNE: chega de protelação!



A cada dia fica mais embaraçosa a situação da Comissão Especial da Câmara dos Deputados, encarregada em analisar o Plano Nacional de Educação para o próximo decênio, por não conseguir votar a matéria que lhe compete. Lá se vão ano e meio da protocolização do PL 8.035/10, e a sociedade não aguenta protelações diante de um tema tão importante para a educação e o desenvolvimento do país.
O recado dos/as trabalhadores/as da educação básica pública de todo país para a Comissão Especial do PNE é claro: vote já o PNE!

A sociedade não abrirá mão dos 10% do PIB para a educação, e mesmo que o percentual não seja concedido pela Câmara dos Deputados, manteremos a luta no Senado para conquistá-lo.

Por isso, não vemos mais razão para adiamentos na votação do substitutivo ao PL 8.035, sobre o qual reconhecemos muitos avanços por parte do relator Ângelo Vanhoni. Se não há acordo sobre todo o texto, que se vote a parte principal e depois os destaques em separado. Cada ala do Congresso se mobilizará em torno de suas defesas, e cada uma pagará seu preço no final. Assim é o jogo democrático e não convém querer burlá-lo.

O Brasil merece mais que postergações. Votem o PNE, parlamentares!

Do Blog: Enquanto estão postergando a votação do PNE - Plano Nacional de Educação, as escolas públicas suplicam por investimentos em todas as áreas dos seus segmentos. Falta investimentos na estrutura física das escolas, no apoio pedagógicos e material didáticos, investimentos em tecnologias para melhorar o desempenhos das aulas oferecidas pelos educadores. Merenda de qualidade, e valorização dos profissionais da educação. Se esse projeto fosse para elevar os gordos salários dos nossos parlamentares, com certeza ele já estaria aprovado, não teria necessitado de tantas discussões para se chegar a um denominador comum. O Governo Federal não quer abrir mão de uma pequena fatia da enorme pizza que vem comendo por todos estes anos. Em dez anos o crescimento de investimentos na educação não chegou ao percentual de 2%, em 2002 no Governo FHC o percentual investido do PIB na educação girava em torno dos 3,5%, após 10 anos esse investimento chegou a um percentual de 5,1% e a perspectiva do Governo Federal é atingir 7% do PIB até 2021. Isso é quase nada perto da dívida histórica que o governo brasileiro tem com o investimento na educação.  Queremos 10% do PIB, essa é única forma de fazer justiça com a educação pública deste país. 

sexta-feira, 8 de junho de 2012


Assim Como

Assim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento,
Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade,
Mas, como a realidade pensada não é a dita mas a pensada.
Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada.
Assim tudo o que existe, simplesmente existe.
O resto é uma espécie de sono que temos, infância da doença.
Uma velhice que nos acompanha desde a infância da doença.
Alberto Caeiro

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Ministro reafirma posição de que greve de docentes federais é precipitada

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reafirmou nesta terça-feira, 5, a posição de que a greve dos docentes das instituições federais de ensino superior é precipitada. A negociação, que ocorre para vigorar a partir de 2013, ainda está aberta e tem prazo até agosto para ser realizada.

“A carreira dos docentes, antes mesmo da greve, já era uma prioridade do governo federal. Há compromisso do governo para melhorar a carreira docente”, disse. Ele ainda explicou que até o final de julho o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) deve apresentar alguma proposta com relação à carreira dos docentes.

O ministro ainda esclareceu que a quantidade de professores que recebem o piso salarial é muito pequena. Ele também explicou que a maioria dos professores já ingressa na carreira com títulos de mestrado e doutorado, o que permite salários acima do piso. “Hoje temos 70 mil docentes em universidades federais. Deste total, cerca de 400 recebem o piso salarial”, disse.

Atualmente, o piso salarial de um docente universitário, com 40 horas de dedicação exclusiva, é de R$ 2.872,85. Nesta condição encontram-se apenas 221 servidores. Outros 180 professores que possuem carga horária de 20 horas semanais recebem R$ 1.597,92.

Assessoria de Comunicação Social
Palavras-chave: educação superior, docentes, greve

Do blog.
Professores Federais fazem greve porque tem como salário base o Piso Nacional, e querem que este seja maior, estão certos, para quem levou a vida toda estudando tem mais é que exigir melhores salários e condições de trabalho. Nós educadores da rede Estadual e Municipal de ensino fazemos greve para ter direito pelo menos ao piso salarial nacional. Para um professor Universitário com uma carga horária de 20 horas semanais tem como salário base de acordo com o Ministério da Educação o valor de R$ 1.597,92, para os docentes das redes estaduais e municipais de ensino com a mesma formação dos docentes universitários e com a carga horária de 40 horas semanais  valor do piso hoje é de R$ 1.451,00. A formação é a mesma e a carga horária o dobro, só a valorização é que é menor. 

Quando haverá justiça social neste país? Acredito que nunca, enquanto se discute quem é ladrão, quem é corrupto dentro do congresso nacional, os serviços públicos estão em decadência. A saúde indo de mal a pior, educação nem se fala, a segurança é por conta dos bandidos e as áreas sociais virou um bolsão danado. Existe bolsa pra tudo, menos para fazer funcionar de maneira correta os serviços públicos, bancados pelos impostos que pagamos em tudo oque consumimos. O cenário politico brasileiro hoje não passa de uma enorme privada cheia de dejetos de gente podre por conta da desonestidade, da ganancia e se sustentando as custas do povo brasileiro, fazem isso em nome dos valores mais sublimes da humanidade, a ética, a moral e a honestidade. Acorda Brasil!!!!!!!!!!!!! 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

União repassa complementação do Fundeb




Já está disponível nas contas correntes dos estados, do Distrito Federal e dos municípios a quinta parcela da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) depositou no último dia 31 de maio a soma de R$ 606,8 milhões.
Neste ano, a complementação da União contempla nove estados e seus municípios, os quais não alcançaram com sua própria arrecadação o valor mínimo nacional por aluno estabelecido para 2012, que é de R$ 2.096,68. São eles: Região Nordeste: Alagoas, , Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Piauí. Região Norte , Amazonas e Pará.

Dos nove Estados da Região Nordeste apenas dois não recebem a complementação da União, são eles Rio Grande do Norte e Sergipe. Segundo dados do FNDE nesses Estados o valor custo aluno ficou a cima da média nacional e por esse motivo não existiria a necessidade do Ministério da Educação enviar complementação do FUNDEB. 

Principal fonte de financiamento da educação básica pública, o Fundeb é formado por percentuais de vários impostos e transferências constitucionais, como o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Pelo menos 60% dos recursos devem ser usados na remuneração de profissionais do magistério em efetivo exercício, como professores, diretores e orientadores educacionais.

O restante serve para despesas de manutenção e desenvolvimento do ensino, compreendendo, entre outras ações, o pagamento de profissionais ligados à educação, como auxiliares administrativos e merendeiras; formação continuada de professores; aquisição de equipamentos e construção de escolas.

UF
Quinta parcela - maio 2012
AL
25.641.022,25
AM
18.419.721,92
BA
145.544.961,80
CE
71.418.466,29
MA
133.772.350,93
PA
142.365.546,92
PB
9.916.319,40
PE
34.110.708,80
PI
25.692.082,79
Total
606.881.181,10


terça-feira, 5 de junho de 2012

UTI FECHADA?


A classe política de Currais Novos conseguiu realizar a maior proeza de todos os tempos em nossa cidade. Deixaram fechar a UTI  do Hospital Regional da nossa cidade. Vivendo a 39 anos nesta cidade nunca vi tamanho desmantelo, a nossa cidade está entregue as baratas. 

Tudo isso vem ocorrendo por causa de uma briga política entre dois grupos que ao invés de brigarem deveriam estar lutando pela melhoria da qualidade de vida do povo da nossa cidade. É vergonhoso como os nossos representantes estão se manisfestando, para muitos é mais fácil estar apontando culpados e querendo tirar sua responsabilidade enquanto representante do povo do que encarar o problema de frente e buscar junto ao Governo Estadual e Federal uma solução para o Hospital da nossa cidade. 

Cadê os Deputados Federais defendidos por vereadores e até o próprio prefeito, onde estão os compromissos assumidos por estes camaradas perante o povo de Currais Novos? Por onde anda o Ministro Gariibalde Alves? O Senador José Agripino, o Deputado Federal João Maia, Felipe Maia e tantos outros que aqui estiveram pedindo ao povo de Currais Novos um voto de confiança? 

Diz um dito popular: "Dor de barriga não dá só uma vez" 2014 vem aí, logo mais teremos novas eleições para Governado, Deputados estaduais e federais, como também para senadores. Gostaria muito que o povo da minha querida terra não esquecesse todo o sofrimento pelo qual hoje estão passando.

Mais uma vez peço a todos. "Não faça da urna pinico" vote consciente.

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...