quinta-feira, 17 de maio de 2012

Confederação aproveita Marcha dos Prefeitos para defender o piso


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A CNTE aproveitou a realização da 15ª Marcha dos Prefeitos para defender o cumprimento da Lei Nacional do Piso do Magistério (Lei 11.738). A Confederação entregou aos gestores participantes do evento um panfleto onde alerta que a aprovação do PL 3776/08 – que pretende colocar o INPC como único critério de reajuste do piso – é um retrocesso na busca de valorização dos educadores e de mais qualidade para a educação brasileira. "Quem foi eleito com a promessa de elevar a qualidade da educação no seu município não pode apoiar essa iniciativa", sentencia o texto.
Ao mesmo tempo em que condena a proposta, o material estimula os prefeitos a apoiarem a campanha pela aprovação do investimento público de 10% do Produto Interno Bruto para a área educacional, por meio do Plano Nacional de Educação (PL 8.035/10), que está previsto para ser votado na Câmara dos Deputados no próximo dia 29.
Segundo estimativa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), cerca de 3.500 prefeitos participaram da 15ª Marcha este ano. (CNTE, 17/05/12)

terça-feira, 15 de maio de 2012

FNE apresenta 5ª nota pública sobre o projeto do Plano Nacional de Educação


O Fórum Nacional de Educação (FNE) se reuniu nos dias 7 e 8 de maio em Brasília para analisar as emendas apresentadas ao segundo relatório substitutivo do Deputado Ângelo Vanhoni sobre o Projeto de Lei 8.035/2010. O FNE aprovou um conjunto de recomendações, na expectativa de contribuir para o aperfeiçoamento do Plano Nacional de Educação 2012 -2021.
O Fórum vem acompanhando rigorosamente o processo de tramitação do PNE, buscando oferecer subsídios por meio da avaliação sistemática das emendas apresentadas ao PL 8.035/10, tendo o Documento Final da CONAE como parâmetro. Até o momento, o FNE pôde apresentar, pelo menos em três momentos distintos, importantes contribuições por meio de notas públicas e interlocução permanente com o relator.
A 5ª. Nota Pública, elaborada durante a última reunião, tem esse mesmo objetivo: apresentar contribuições que visam a aperfeiçoar o segundo relatório substitutivo do Deputado Ângelo Vanhoni, tornando-o mais coerente aos anseios da sociedade brasileira, expressos no Documento Final da CONAE. Nesse sentido, o FNE recomenda:
1) Alterar o artigo 13 do Projeto de Lei 8.035/10 para a seguinte redação: "O poder público deverá instituir, em Lei específica, contados dois anos da publicação desta Lei, o Sistema Nacional de Educação, responsável pela articulação entre os sistemas de ensino, em regime de colaboração, regulando as ações das instituições públicas e privadas, para efetivação das diretrizes, objetivos, metas e estratégias do PNE".
2) Manter a coerência com o debate histórico do financiamento das políticas educacionais, entendendo que o conceito de investimento público direto é o único adequado ao PNE. Condizente com a CONAE, o FNE defende um patamar equivalente a 10% do PIB para a educação pública.
3) Defende que a qualidade da educação não deva ser vinculada a um único índice, como o Ideb e recomenda uma nova redação para a Meta 7: "Fomentar a qualidade da educação básica em todas as sua etapas e modalidades, à luz de diretrizes conceituais e operacionais da avaliação com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem, de modo a alcançar o padrão de qualidade e equidade constitucionalmente determinados."
4) Compreende que é necessário ser garantido o atendimento da demanda manifesta por creche na década, contudo, considera imprescindível suprimir a estratégia 1.17 que autoriza creches noturnas.
5) Com base na CONAE, defende que o conteúdo da Meta 4 retorne ao texto original, proposto pelo Executivo Federal por meio do PL 8035/2010, por considerar que a redação ali utilizada garante maior acolhimento da diversidade no sistema educacional.
6) Alterar a estratégia 12.9 para a seguinte redação: Ampliar a participação proporcional de grupos historicamente desfavorecidos na graduação e pós-graduação, inclusive mediante a adoção de políticas afirmativas, na forma da lei.
O FNE reitera ainda a necessária celeridade na tramitação do Projeto de Lei n. 8.035/2010. Neste sentido, manifesta a expectativa de que o PNE possa ser aprovado na Câmara Federal até o final do mês de maio deste ano. (CNTE, 15/05/12)

Presidente do SINTE-PI é agredida em Assembleia Geral


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Durante a Assembleia Geral organizada pelo SINTE-PI hoje (15) para votar pela manutenção da greve estadual, que já dura 80 dias, membros do Sindicato foram agredidos. Integrantes dos grupos CONLUTAS/PSTU, PCO e Dever de Classe, contrários ao fim da paralisação, não permitiram que outros professores, de opinião divergente, fossem ouvidos. O grupo impediu que a votação acontecesse e agrediu verbal e fisicamente integrantes do SINTE-PI, inclusive a presidente do SINTE-PI, Odeni de Jesus. 
Veja mais notícias no site do SINTE-PI
(CNTE 15/05/12)




Governo do Rio Grande do Sul paga o menor Piso do Brasil


A situação mais crítica é a dos professores da rede estadual gaúcha que recebem piso de R$ 791 – o menor do país. De acordo com o governo do estado, o problema ocorre porque o vencimento básico dos professores ficou “achatado” ao longo dos anos. 
A Lei do Piso prevê complementação da União caso o município ou estado comprove que não tem capacidade financeira para pagar o piso a seus professores. Para isso, precisa atender a critérios como, por exemplo, ter um plano de carreira para os docentes da rede e investir 25% da arrecadação de tributos em educação, como determina a Constituição. 

De acordo com o MEC, nenhum estado entrou com pedido de complementação após o reajuste do piso. 

Confira o valor do piso pago em cada unidade da Federação 

Norte 
Acre - R$ 1.451* 
Amapá – R$ 1.085 
Amazonas – R$ 1.905 
Pará – R$ 1.451* 
Rondônia – R$ 2.011 
Roraima – R$ 2.142 
Tocantins – R$ 1.329 

Nordeste 
Alagoas – R$ 1.187 
Bahia – R$ 1.187 
Ceará – R$ 1.270 
Maranhão – R$ 1.451* 
Paraíba – R$ 1.737 
Pernambuco – R$ 1.451* 
Piauí – R$ 1.187 
Rio Grande do Norte – R$ 1.451* 
Sergipe – R$ 1.451* 

Centro-Oeste Distrito Federal – R$ 2.314 
Goiás – R$ 1.460 
Mato Grosso – R$ 1.760 
Mato Grosso do Sul – R$ 1.489 

Sudeste Espírito Santo – R$ 1.540 
Minas Gerais – R$ 2.200 
Rio de Janeiro – R$ 1.732 
São Paulo – R$ 1.894 

Sul 
Paraná – R$ 1.233** 
Santa Catarina – R$ 1.281 
Rio Grande do Sul – R$ 791 

Em greve, professores do Estado da Bahia realizam mais uma assembleia nesta terça


Estes são os Governadores Inimigos da Educação no Brasil.
Então companheiros, Vamos paga o Piso ou não?

Em greve há mais de um mês, os professores da rede estadual discutem mais uma vez os rumos da paralisação em assembleia geral às 9h desta terça-feira (15). Segundo declarou ao Correio o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Rui Oliveira, a tendência é a de que a paralisação continue. “O governo ainda não se manifestou quanto às nossas reivindicações e o comando de greve vai orientar para que a paralisação perdure. A decisão da assembleia é soberana”, afirmou. Os docentes reivindicam um reajuste salarial de 22,22%, conforme piso nacional aprovado no Congresso este ano. Porém, o governo argumenta que não há como conceder o aumento sem ultrapassar os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Na quarta (16), mais de 100 prefeitos baianos que participam de uma marcha em Brasília debaterão com a bancada de deputados e senadores do estado sobre o piso nacional da categoria e a dificuldade em não desrespeitar o limite de 54% de gastos com pessoal.

Do Blog: Essa é a desculpa inventada por todos aqueles que não tem vontade política nem compromisso com os Servidores Públicos e os Profissionais da Educação por todo o País. Essa lei de Responsabilidade Fiscal virou mania na mão dos gestores que não priorizam a melhoria da qualidade de vida dos funcionários públicos em geral. Esse foi o mesmo discuso empregado aqui no Rio Grande do Norte quando a Governadora Rosalba Ciarline (DEM-RN) estava negociando com a classe de professores do Estado. Mesmo assim depois de muito debate os 22,22% saiu de uma vez só, sem parcelas e sem decisão judicial obrigando o governo do RN  a cumprir o que estabelece a Lei.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Acordo entre Tarso e MP reedita fórmula de Yeda


                                  
Assim como fez Yeda, o atual governo do Estado está novamente tentando iludir a população do Rio Grande do Sul. Pretende reeditar o conhecido "completivo" do governo passado e mente ao anunciar que está pagando o piso. E ao contar com a conivência do Ministério Público torna mais grave ainda o fato de que é um governo "fora da Lei".

É claro que este acordo de Tarso tem dois objetivos, a saber:

1º - Tentar manipular a opinião pública nacional, escondendo o fato de que o governo assinou uma Lei que nem ele próprio pretendia cumprir e, com certeza, evitar aparecer em toda a imprensa do país como um dos Estados que não paga o piso, o que prejudica as pretensões políticas de Tarso.

2º - Esconder que o governo Tarso, assim como Yeda, deseja acabar com o plano de carreira dos educadores.

Mas os trabalhadores em educação do Rio Grande do Sul conhecem muito bem este tipo de artimanha e não se deixam mais iludir. Sabem o significado de manobras para dividir a nossa categoria. Sempre que apresentam os ditos "completivos salariais" para uma pequena parcela estão, na verdade, excluindo a maioria dos professores, bem como os funcionários de escola de qualquer ganho salarial.

Vergonhosa a forma como o Governo do rio Grande do Sul vem tratando os profissionais da educação, uma verdadeira falta de respeito. Nem parece aquele Ministro da Educação que sempre defendia a Valorização dos Professores em todo o Brasil, no entanto não valoriza os professores do seu próprio estado.

Carga Horária do Magistério Municipal é agora o "X" da questão.

Como implantar a Carga Horária do Magistério em Currais Novos tem sido o tema de debate das últimas reuniões entre prefeitura e sindicato. 
O tema é bastante complicado, pois exige uma tomada séria de medidas que com certeza não vai agradar algumas pessoas. 
Alguns Estados e Municípios tiveram que contratar mais professores para poder cumprir com a carga horária, isso aqui nos Currais Novos só complicaria ainda mais a situação dos educadores, uma vez que contratar, significaria aumento de despesas e, sendo assim, faltaria recursos para outras coisas, como reajuste do Piso por exemplo.
Porém alguma solução deverá ser encontrada, a Lei 11.738/08 diz que o Professor tem direito a 2/3 para interatividade com os alunos e 1/3 para planejamento e correção de atividades. Que fórmula mágica será encontrada para resolver está questão?  Que mudanças poderá ocorrer para que a carga horária venha a ser cumprida? Que ideias o SINTE/RN tem apresentado como forma de ajudar na solução do problema? Acreditamos que logo mais teremos novidades a respeito disso, já que próxima reunião ficou marcada para o dia 23/05.  Vamos aguardar!

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...