quinta-feira, 2 de junho de 2011

SINTE/RN REGIONAL DE CURRAIS NOVOS ESTEVE REUNIDA COM EDUCADORES EM SÃO VICENTE

A REGIONAL DE CURRAIS NOVOS ESTEVE NA TARDE DESTA QUINTA FEIRA NA ESCOLA ESTADUAL ARISTÓFANES FERNANDES, EM ASSEMBLEIA COM EDUCADORES FAZENDO REPASSE SOBRE O MOVIMENTO QUE A CADA DIA FICA CADA VEZ MAIS FORTE,  EM NATAL A DIREÇÃO ESTADUAL DO SINTE ESTAVA PARTICIPANDO DE UMA AUDIÊNCIA COM A SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO BETÂNIA RAMALHO,  TODOS ESPERAM QUE DESSA REUNIÃO VENHA ALGO DE PRODUTIVO, UMA VEZ QUE A GREVE COMPLETA HOJE DIA 02 DE JUNHO SEUS TRINTA DIAS DE PARALISAÇÃO. VAMOS TORCER POR UM RESULTADO SATISFATÓRIO PARA TODOS E QUE TANTO OS EDUCADORES COMO OS ALUNOS TENHAM FINALMENTE OS SEUS DIREITOS GARANTIDOS.

Professores lutam para receber ajuste do Fundeb

Os educadores de Currais Novos têm sempre alguma coisa a cobrar do poder público municipal.
Como se não bastasse à luta para conseguir que se pague integralmente o piso salarial da categoria, a educação agora trava uma nova batalha:
Conseguir que a prefeitura rateie com os educadores 60% do montante de R$ 133.113,51 referentes a perdas relativas a 2010, já repassados aos cofres do município. 


Fonte: blog do vlaudey

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sinte terá audiência com secretária de Educação nesta quinta-feira

A Direção do Sinte participará de uma audiência com a secretária de Educação do Estado, Betânia Ramalho. O encontro será realizado nesta quinta-feira (2), na Casa Civil. A reunião foi confirmada por telefone pela SEEC e o Sinte solicitou a oficialização da audiência.
Segundo a coordenadora geral do Sinte, Fátima Cardos, a audiência tem causado boas expectativas à categoria, pois o Governo já iniciou as negociações com o Sindicato dos Médicos e a paralisação dos Trabalhadores em educação completa 30 dias.
“Dos serviços paralisados, os Trabalhadores da Educação são a única categoria que ainda não teve resposta às suas reivindicações. Esperamos que com esse encontro o impasse comece a ser resolvido.”, afirmou a dirigente.

Governo do Estado descumpre lei de investimento na Educação

Pela segunda vez consecutiva, o estado do RN deixa de investir no magistério o valor mínimo que a Lei prevê, ou seja, 60% do Fundeb. Além disso, os 25% provenientes de suas arrecadações, que deveriam ser utilizados na Educação, não foram aplicados ainda. 
Para a coordenadora geral do Sinte,Fátima Cardoso, as atitudes que o Governo tem tomado, demonstram falta de respeito com a educação e o descumprimento claro de direitos garantidos constitucionalmente à sociedade.
“Ainda não recorremos judicialmente. Contudo essa medida não está descartada. Somos a favor do cumprimento da lei sem haver a necessidade de uso de instrumentos e ações mais fortes pelo descaso do governo.”, disse a coordenadora.
Para o diretor de comunicação do Sindicato, Ionaldo Tomaz, a categoria aguarda uma resposta urgente do Governo às suas reivindicações. “Queremos a restituição dos serviços da educação para a população. Mas queremos também ter qualidade nesses serviços. As escolas precisam ser recuperadas, precisam de laboratórios e de pessoal qualificado para oferecer aos alunos um ensino produtivo e de acordo com as demandas da atualidade.”, afirmou o dirigente.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Diretoria do Sinte faz pronunciamento à Sociedade

A sociedade potiguar vive um período de grandes irregularidades na Educação. Não pelo movimento grevista, mas pelas más condições em que se iniciou o ano letivo. Faltam professores, funcionários, merenda e até carteiras. Há prédios em condições precárias com instalações hidráulicas e elétricas expostas e alunos (as) correndo sérios riscos pelas infiltrações e pela possibilidade de choques nas paredes.
Os velhos bebedouros também denunciam o risco de contaminação na água consumida pelos estudantes. Há banheiros entupidos; bancos de alvenaria quebrados; cozinha com fogões inutilizados; locais insalubres, sem manutenção de limpeza e higienização. Atreladas a isso, existem as carências pedagógicas e didáticas inerentes à qualidade do ensino: as salas de aula estão super lotadas e faltam elementos básicos para se planejar uma aula.
O Governo não pode ficar alheio a esta situação. Não pode simplesmente dizer que os problemas foram causados por gestões passadas e ignorar as suas consequências. Já se passaram cinco meses desde que a atual administração assumiu o Estado e nem os Diários de Classe foram enviados aos professores. Isso, certamente, não é mais responsabilidade dos antigos governantes. É por essas razões que o Sinte se dirige à sociedade. É por isso que a categoria busca o Governo. Esse é apenas um apelo ao cumprimento de um Direito básico: Educação.
Esse diálogo entre trabalhadores, sociedade e Governo deve começar, já e deve contemplar, também, todas as condições adversas pelas quais os profissionais passam. Para tanto, vale lembrar que os salários da categoria são os mais baixos na estrutura do Governo estadual e esta é maior categoria trabalhista do Estado. É também a que presta o serviço mais importante à população.
A greve dos Trabalhadores em Educação é motivada pela falta de proposta do Governo à categoria, aos alunos e à sociedade. E ela se manterá até que alguma atitude seja tomada pelos governantes. Qualquer que seja o desfeche desta luta, o Sinte e a categoria que representa seguirão em frente firmes e coerentes em nome dos interesses da Educação.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Chefe da Casa Civil admite recorde de arrecadação em audiência com diretoria do SINTE-RN

O Governo do Estado está prevendo um aumento de arrecadação do ICMS em R$ 80 milhões. A informação foi dada em primeira mão pelo chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso, à diretoria do Sinte-RN, em audiência realizada nesta sexta(27). O valor deverá ser confirmado nos próximos dias, assim que for concluído o levantamento da arrecadação. Para a coordenadora do Sinte-RN, Fátima Cardoso, a informação só confirma a tendência de crescimento financeiro detectada nos estudos encomendados pelo Sindicato ao Dieese. Mesmo assim, o Governo voltou a afirmar que não tem como atender a categoria sem que o estado tenha a devida sustentabilidade para permitir com segurança seus compromissos. A diretoria do Sindicato rebateu as informações entregando um documento contendo dados do próprio Governo. O estudo foi elaborado pelo DIEESE e mostra o crescimento da receita corrente em 12% e das receitas tributárias em 10,1%. Além disso, houve crescimento das transferências correntes em 15,4% e ainda do Fundo de Participação dos Municípios que cresceu 32%. Diante dos números apresentados, o representante do Governo disse apenas que o DIEESE não havia calculado as despesas do Estado. “Não somos nós que temos que calcular despesas do Estado, até porque elas são baseadas em prioridades. O que estamos vendo é o Governo resistir em colocar a educação à frente das ações do Estado”, protesta Fátima. Em sua fala o coordenador geral do Sinte-RN, José Teixeira ressaltou que o crescimento da arrecadação é sinal claro de que o governo tem tudo nas mãos para atender a categoria, no que foi complementado pela diretora de assuntos jurídicos, Vera Messias: “O Governo não terá mais a desculpa do limite prudencial determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal”. Num clima de busca do entendimento, a direção do Sinte ratificou proposta de que o governo deve pagar aos funcionários da educação que ainda não receberam a 1ª parcela do Plano e deixou claro que se o Governo implantar o Piso Salarial na carreira, com extensão aos aposentados terá dado o maior passo para a retomada das negociações. O Sindicato defendeu também que seja apresentado o escalonamento da base até o topo da tabela proposta no Plano de Carreira em tramitação. A audiência foi encerrada com a indicação de outra audiência até a sexta-feira da próxima semana. “Deixamos claro que independente disso vamos realizar a assembleia da categoria na terça-feira, dia 31.”, frisou Fátima.

FUNDEB EM CURRAIS NOVOS ESTA SUPERANDO TODAS AS ESPECTATIVAS.


R$ 1.025.508,36 ESSE É O VALOR DO FUNDEB EM CURRAIS NOVOS NO MÊS DE MAIO, DIFERENTE DO QUE SE ESPERAVA OS RECURSOS ORIUNDOS DO FUNDEB TEM FICADO ACIMA DA MÉDIA PREVISTA PARA ESTE ANO. CASO SE CONSOLIDE ATÉ O FINAL DO ANO SERÁ MAIS DE R$ 12.000.000 MILHÕES DE RECURSOS SÓ DO FUNDEB SEM CONTAR COM O FPM QUE TAMBÉM VEM SE MANTENDO ACIMA DA MEDIA NO MÊS DE ABRIL O VALOR DO REPASSE FOI DE R$ 1.137.511,86 E AGORA EM MAIO FOI DE R$ 1.632.031,95 E MESMO ASSIM A PREFEITURA DE CURRAIS NOVOS CONTINUA FORA DA LEI EM RELAÇÃO AO PISO SALARIAL NACIONAL. ALEGANDO QUE NÃO TEM RECURSOS. ISSO É UMA PIADA! 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Ameniza e não muda.

O Brasil é um país de alta criatividade em políticas sociais, com saídas para amenizar, não para mudar a realidade. A criatividade começou na escravidão, ao invés de aboli-la recorremos à Lei do Ventre Livre. Os escravos sexagenários, os velhos, eram libertados, um eufemismo para abandonados. Até a Abolição da Escravatura aconteceu sem oferecer educação nem terra para os ex-escravos e seus filhos. A Abolição foi um eufemismo para a expulsão dos escravos das fazendas para as favelas.
Modernamente também temos sido campeões de imaginação para soluções parciais.
Como o salário não era suficiente para pagar o transporte do trabalhador até o local de trabalho, ao invés de aumento salarial, criamos o vale-transporte, como se fosse um grande benefício social, quando, na verdade, foi um serviço à economia: garantir a presença do trabalhador na fábrica. A regra é a mesma para o vale-refeição. O salário não era suficiente para assegurar a alimentação mínima de um trabalhador, então a solução foi garantir a alimentação do trabalhador, mesmo que suas famílias continuassem sem comida.
Quando a inflação ficou endêmica, ao invés de combatê-la (só enfrentada em 1994), criou-se a correção monetária, que garantia moeda estável para quem tivesse acesso às artimanhas do mercado financeiro, enquanto o povo continuava com seus salários cada vez mais desvalorizados.
            Hoje, quando o país vive um apagão de mão de obra qualificada, corremos para fazer escolas técnicas, esquecendo que sem o ensino fundamental os alunos não terão condições de aproveitar os cursos profissionalizantes.            
            A Bolsa Escola foi criada para revolucionar a escola. Como isso não foi feito, ela se transformou na Bolsa Família, sendo mais uma das soluções compensatórias agregada ao vale-alimentação e vale-gás.
            As universidades boas e gratuitas são reservadas para os que podem pagar escolas privadas no ensino básico. No lugar de fazer boas escolas para todos, criamos o PROUNI e cotas para negros e índios. O Brasil melhora com essas medidas, mas não enfrenta o problema e acomoda a população, como se agora todos já fossem iguais. Promovem-se benefícios com soluções provisórias, como se elas resolvessem o problema.
A solução adiada seria uma revolução que assegurasse escola de qualidade para todas as crianças, em um programa que se espalharia pelo país, onde todas as escolas fossem federais, como o Colégio Pedro II, as escolas técnicas militares, os colégios de aplicação das universidades.
            Quando a desigualdade social força a separação entre pobres e ricos que se estranham, ao invés de superar a desigualdade constroem-se muros em shoppings e condomínios, separando as classes sociais. Para impedir a convivência de classes, impedimos estações de metr�? em bairros ricos, o que mostra um total desinteresse desses habitantes pelo transporte público.
Falta professor de Física, retira-se Física do currículo escolar. Os alunos não aprendem, adotamos a progressão automática. O Congresso não funciona, o STF passa a legislar. A população fala Português errado, em vez de ensinar o correto a todos legitimamos a fala errada para a parte da população sem acesso à educação. Adotamos dois idiomas: o Português dos ricos educados e o Português dos pobres sem educação; o Português dos condomínios e o Português das ruas. Ao invés de combater o preconceito e a desigualdade, legalizamos a desigualdade.
Ao invés de fazer as mudanças da estrutura para construir um sistema social eficiente, equilibrado, integrado e justo optamos por simples lubrificantes das engrenagens desencontradas da sociedade. Nossas soluções podem até ser criativas, mas são burras e injustas. É a sociedade acomodando suas deficiências. Ao invés de enfrentar e resolver os problemas, nossa criatividade ajusta a sociedade a conviver com eles. E adia e agrava os problemas porque ilude a mente e acomoda a política.
Fonte: www.cristovam.org.br

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...