terça-feira, 3 de agosto de 2010

O SINTE/RN, REGIONAL C. NOVOS DIVULGA A RELAÇÃO DOS PROFESSORES QUE RECEBERAM AS PROGRESSÕES NO MÊS DE JULHO


RELAÇÃO DOS PROFESSORES QUE RECEBERAM AS PROGRESSÕES
NO MÊS DE JULHO
MAT
SERVIDOR
ANOS
ANT.
ATUAL
2564
ANDREIA CRISTINA DE AZEVEDO
07
B
C
2527
ERIKA INGLIDI G. DE M. ALBUQUERQUE
07
B
C
2525
IDÁLIA MARIA DE OLIVEIRA ARAUJO
07
B
C
2538
JOSENILDA GUILHERME B. DA SILVA
07
B
C
2536
LUCIENE FELIPE DA SILVA
07
B
C
2521
MARIA DE  LOURDES MATIAS JULIÃO
07
B
C
2534
MONICA DE FATIMA CRUZ
07
B
C
2565
NEILDA MARIA DA ROCHA
07
B
C
2519
RITA DE CASSIA DA SILVA SENA
07
B
C
2523
SEVERINO DOS RAMOS DA SILVA
08
A
C
2537
SUEIDE KATIA PEREIRA DE ARAÚJO
07
B
C
2540
VALDETE TEOFILO DA SILVA
07
B
C
2572
SANDRA LUCÉLIA SANTOS ARAÚJO
07
A
C
2479
ANA PAULA DA SILVA
09
C
D
2446
CELIA MEDEIROS DE ARAÚJO
09
C
D
2449
EDIVANIA MARIA SABINO
09
C
D
2425
EDIVIRGENS CORTEZ G. DE ARAÚJO
10
C
D
2482
ERIKA TATAIAANA UMBELINA
09
A
D
2439
FRANCINEIDE MOREIRA DANTAS
10
C
D
2426
FRANCINEIDE MOREIRA DANTAS LIMA
10
C
D
2555
FRANCISCA ISABEL SILVA
09
A
D
2488
FRANCISCA MARIA DA S. ASSUNÇÃO
09
C
D
2380
FRANCISCO DE ASSIS DE MEDEIROS
10
C
D
2289
FRANCISCO PEDRO DA SILVA
10
C
D
2328
GENISE DA SILVA LIMA ARAÚJO
10
C
D
2489
INACIA VITORIA DOS SANTOS
09
A
D
2386
IRAMAR FREIRE
10
A
D
2447
IVANÊS OLIVEIRA ALEXANDRINO
09
A
D
2385
JOÃO MARIA DE LIMA IBIAPINO
10
C
D
2457
JOELMA DA SILVA MEDEIROS
09
A
D
2456
JOSINEIDE IDALINO DA  SILVA
09
C
D
2337
LUCINEIDE DE ARAÚJO SILVA
10
C
D
2396
MARCIA CARLA DE ARAÚJO SILVA
10
C
D
2387
MARGELUCE ARAÚJO MEDEIROS
10
C
D
2338
MARIA AVANEIDE XAVIER DE OLIVEIRA
10
C
D
2451
MARIA DA CONCEIÇÃO DA SILVA
09
C
D
2440
MARIA DAS MERCES DE EMLO
10
C
D
2414
MARIA DO CARMO ALVES DA SILVA
10
C
D
2383
MARIA DO SOCORRO DOS SANTOS   ASSIS
10
C
D
2384
MARIA DO SOCORRO SANTOS SILVEIRA
10
C
D
2415
MARIA GLORIS FERNADES DE ARAÚJO
10
A
D
2388
MARIA ROSANGELA DE FRANÇA
10
A
D
2345
MARIA ROSINEIDE JUSTINO
10
C
D
2480
MICHELINE CLEBIA DA SILVA MEDEIROS
09
C
D
2410
PAULA MARIA TRAJANO COSTA
10
A
D
2411
SILVESTRE GOMES DE SOUZA MEDEIROS
10
C
D
2381
SONEIDE RODRIGUEWS LOPES DE LUCENA
10
C
D
2283
SONIA MARIA BATISTA
10
C
D

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Exame para professores que ingresarão no magistério? Êta povinho bão!

A intenção do exame é boa. Não é obrigatório, serve como auto- avaliação ao candidato, resguardada o direito individual, serve para o ingresso no serviço público quando da realização de concurso público. Apesar de tudo isso fica em aberto uma antessala. A valorização profissional como resposta a uma profissão que pode ser pouco procurada se não houver investimento em salários. Do que adianta esta prevenção se a doença é a falta de incentivo salarial para o ingresso e permanência na carreira? Esse exame não é o remédio para o incentivo a novos ingressos na profissão. De nada adiantará fazer exame se não houver prioridade e se a educação não for tratada como uma política de Estado. Desse modo, não faltará candidatos à carreira. O momento sugere que o Mistério da Educação tenha uma atuação incisiva no valor do Piso Salarial Nacional, no convencimento a governadores e prefeitos a recriarem os conceitos de educação, investimento, desenvolvimento sustentável, cidadania e soberania. Esse é um conjunto indissociável, que a nosso juízo, representa a construção de uma política de Estado. Com isso, de certo não faltará candidatos à carreira do magistério e acabará a crise de professores de Física, Química, B1iologia e Matemática. A sociedade precisa ter como base a educação para compreender e desenvolver ações gerais e pontuais que dêem ao nosso povo o sentido de qualificar-se para o mundo do trabalho. Essa é uma necessidade básica na continuidade do projeto de reestruturação da educação brasileira. Esse exame acaba sendo uma estratégia pontual de natureza individual, com performance de um instrumento diagnóstico, merecedor de nossa atenção e crítica pela posição do MEC de unilateralidade, de ter deixado de fazer o debate com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, mas também, por não encontrar objetivamente a função didática pedagógica e teórica metodológica do exame, já que o mesmo acontece antes do ingresso ao serviço público. A realidade das escolas, a falta de condições de trabalho nos credencia a dizer que desenvolver competências e habilidades como conteúdos conceituais confronta-se com a realidade de cada profissional no exercício próprio das relações de trabalho. Em que condições um profissional do ensino tem que demonstrar competências, senão no relacionamento com os alunos e no exercício prático das relações cotidianas? Em que condições materiais tem este profissional não se frustra ao estabelecer relações sócio-culturais desfavoráveis e em estabelecer o convívio com queixas dos estudantes em relação à convivência familiar. Essas e outras considerações devem sim ser objeto de reparo para que os futuros profissionais, ao invés de testados, sejam estimulados a carreira considerando sua dimensão, como valor social, político, cultural e econômico com vista a valorização profissional. Sem ambiguidade na afirmação da intenção do exame e com a compreensão das relações sociais e de classe é que continuaremos nossa luta pela valorização salarial da categoria e que uma política de estado se estabeleça, recriando o interesse pela carreira do magistério.

 É BIS  e inelegível.  O TSE - TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL  forma maioria e vota pela inegibilidade do Imbrochável por mais oito anos.  O pr...